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Suindara
Tyto furcata

Audição: seu rosto em forma de coração funciona de forma muito semelhante aos nossos ouvidos externos - direcionar o som para o ouvido interno. As aberturas do ouvido ficam localizadas no interior do disco facial próximo aos olhos, são assimétricos e graças essa assimetria o som chega de forma diferente em cada ouvido o que permite a coruja calcular com precisão exata a fonte do ruído. Experimentos em cativeiro têm confirmado que as suindaras são capazes de localizar e capturar uma presa em completa escuridão - usando apenas sua audição. As suindaras são mais especializadas na detecção de sons de alta frequência emitidos por pequenos mamíferos quando se deslocam na vegetação, vocalizações, etc. A sensibilidade auditiva da suindara é importante mesmo quando ela caça a luz do dia, pois suas presas muitas vezes ficam escondidas no meio da vegetação (The Barn Owl Trust, 2010; Sick 1997).

Visão: Nenhum vertebrado é capaz de ver na completa escuridão, mas os olhos das corujas são (em média) duas vezes mais sensível ao luz do que os olhos humanos. Além disso, a visão na penumbra das corujas é altamente sensível ao movimento. Na escuridão um homem consegue enxergar áreas de pouca luz e sombra, mas sem detalhes. Nas mesmas condições, uma suindara consegue ter uma imagem mais brilhante e pode enxergar os detalhes dentro das sombras, qualquer coisa pequena que se mova é imediatamente percebido pela suindara, mas não é visto pela maioria das pessoas. No entanto, qualquer coisa que se mantém imóvel (mesmo uma pessoa parada perto) é normalmente ignorada pela coruja. Mesmo durante o dia, os olhos da suindara podem funcionar bem. Além disso, nos centros urbanos podem usar luzes artificiais (iluminação de postes, rodovias) como um auxílio à caça (The Barn Owl Trust, 2010; Owl pages, 2010).

Garras e tarsos: A Suindara possui pernas (tarsos) extremamente longas, dedos e garras afiados que lhe permite capturar presas na vegetação mais alta. As garras são extremamente afiadas mata matar a presa rapidamente (The Barn Owl Trust, 2010).


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